O clima em relação à infraestrutura em Terra Nova do Norte-MT é predominantemente negativo, com um score de 30/100. Embora a gestão municipal tente projetar avanços através de divulgações oficiais, a percepção do eleitorado é marcada por insatisfação. O sentimento negativo é impulsionado por falhas críticas em serviços essenciais, onde a expectativa gerada por políticas inovadoras, como a tarifa zero, contrasta com a precariedade da execução prática. O debate local não gira em torno de grandes obras estruturantes, mas sim da manutenção básica e da eficiência dos serviços públicos, evidenciando um gap significativo entre a comunicação da prefeitura e a experiência cotidiana do cidadão nas ruas e no transporte.
A pauta de infraestrutura no município está concentrada em três eixos principais: a malha viária, o saneamento básico e a mobilidade urbana. Fontes oficiais, como o portal da prefeitura e a Secretaria de Infraestrutura e Saneamento, destacam a realização de operações de 'tapa-buracos' como a principal resposta ao desgaste das vias. No entanto, o ponto de maior fricção é o transporte público. Terra Nova do Norte ganhou visibilidade ao adotar a tarifa zero, mas a implementação do benefício é acompanhada por relatos de atrasos e falta de veículos. A discussão local, amplificada por redes sociais e canais de ouvidoria, reflete a luta por serviços básicos de água e saneamento, que permanecem como demandas reprimidas da população.
A análise do engajamento revela que as postagens da prefeitura sobre obras de manutenção possuem alcance limitado comparado à intensidade das reclamações sobre o transporte. O 'ponto quente' do debate é a contradição da tarifa zero: embora seja um avanço social no papel, o alto volume de reações negativas sobre a falta de ônibus anula o impacto positivo da gratuidade. O engajamento em relatos de passageiros indica que a ineficiência do transporte é mais sentida e discutida do que as melhorias viárias. A operação tapa-buracos é vista como paliativa e insuficiente, não resolvendo a raiz do problema estrutural das vias. Portanto, a infraestrutura é percebida como um gargalo que compromete a qualidade de vida e a mobilidade do munícipe.
Apesar da gratuidade, há relatos recorrentes de passageiros sobre atrasos e insuficiência de ônibus para atender a demanda local.
A gestão municipal tem realizado operações de tapa-buracos em diversos pontos da cidade para mitigar a precariedade do asfalto.
As demandas devem ser encaminhadas via Ouvidoria da Secretaria de Infraestrutura e Saneamento do município.