O clima em relação à infraestrutura em Nova Floresta-PB é predominantemente negativo, refletindo um score de 40/100. A percepção do eleitorado local é marcada por insatisfação com a manutenção básica da cidade, onde a precariedade dos serviços urbanos domina as discussões públicas. Embora a gestão municipal tente projetar avanços através de seus canais oficiais, o sentimento geral é de descrédito, impulsionado por evidências visuais de negligência em áreas críticas. O debate não se concentra em grandes obras estruturantes, mas sim na ausência de serviços essenciais, como saneamento e pavimentação, que impactam diretamente a qualidade de vida cotidiana dos moradores. Esse cenário cria um ambiente de tensão, onde a população utiliza as redes sociais para cobrar soluções imediatas para problemas crônicos de infraestrutura urbana.
A pauta de infraestrutura em Nova Floresta está centrada em três eixos críticos: saneamento básico, mobilidade urbana e gestão de resíduos. Fontes regionais e portais de saneamento apontam lacunas históricas na rede de esgoto, enquanto publicações em redes sociais evidenciam a persistência de esgoto a céu aberto e buracos em vias públicas que permanecem sem reparo por longos períodos. Paralelamente, há um forte questionamento sobre a relação custo-benefício do transporte público, com denúncias de precariedade nos veículos em contraste com as tarifas cobradas. Enquanto a Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura atua na gestão administrativa, a narrativa pública é dominada por reclamações sobre a falta de pavimentação e a ineficiência na coleta de lixo, tornando a infraestrutura um dos temas mais sensíveis do debate municipal atual.
A análise do engajamento digital revela que as críticas à infraestrutura possuem maior tração do que as divulgações oficiais da prefeitura. Posts que denunciam esgoto a céu aberto e buracos abertos há meses geram reações intensas, indicando que esses problemas são pontos quentes de mobilização popular. A disparidade entre o discurso de 'cidade em transformação' da gestão e a realidade relatada pelos moradores — exemplificada pela precariedade dos ônibus e a falta de saneamento — alimenta um sentimento de indignação. O alto volume de interações em denúncias de serviços básicos sugere que a população prioriza a manutenção do cotidiano sobre obras de vitrine. Portanto, a infraestrutura não é vista apenas como uma questão técnica, mas como um termômetro da eficiência da gestão pública perante as necessidades básicas do cidadão.
As queixas mais recorrentes concentram-se na existência de esgoto a céu aberto, buracos nas vias públicas, precariedade do transporte coletivo e falhas na pavimentação.
A gestão utiliza a Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura e redes sociais para divulgar ações, embora haja um descompasso entre as postagens oficiais e as denúncias de moradores.
Sim, há relatos de insatisfação com a precariedade dos ônibus e a disparidade entre o valor da tarifa e a qualidade do serviço oferecido.