O clima em relação à infraestrutura em Mogi Guaçu apresenta-se atualmente instável, com um score de 55/100 e sentimento predominantemente negativo. O debate público é marcado por uma percepção de descompasso entre as entregas oficiais e a experiência cotidiana do cidadão. Enquanto a administração municipal destaca avanços em mobilidade e novos acessos, a população manifesta insatisfação concentrada em problemas crônicos de saneamento e manutenção urbana. O sentimento negativo é impulsionado por evidências de obras inacabadas e falhas em serviços essenciais, gerando um clima de cobrança rigorosa sobre a eficiência da gestão de obras públicas e a qualidade do saneamento básico, temas que dominam as discussões nas redes sociais e nos portais de notícias regionais.
A pauta de infraestrutura no município está centrada em três eixos principais: saneamento, mobilidade urbana e obras viárias. Fontes regionais, como o G1 e portais governamentais, destacam a dualidade do cenário. De um lado, há a implementação de novos acessos, como a obra na Zona Norte que visa melhorar a conectividade da cidade. De outro, há críticas severas quanto ao saneamento básico, com alertas sobre danos ambientais irreparáveis e a ocorrência de buracos em vias públicas decorrentes de obras de esgoto não finalizadas. Além disso, a mobilidade é questionada através de reclamações sobre o sistema de transporte e a eficácia de serviços de gestão urbana, evidenciando que a pauta de infraestrutura é, hoje, um dos pontos de maior fricção entre a prefeitura e o eleitorado.
A análise dos pontos quentes revela que o engajamento negativo é potencializado por problemas visíveis e imediatos, como a abertura de buracos em ruas devido a obras de esgoto inacabadas, o que gera forte repercussão digital. A mobilidade urbana também é um ponto crítico; a menção a reclamações sobre o sistema SOU após um ano de implementação indica que a digitalização dos serviços não resolveu as deficiências estruturais do transporte. Embora existam entregas positivas, como as obras de acesso na Zona Norte, estas possuem menor peso no sentimento geral do que a indignação causada pela falta de saneamento básico. O volume de reações negativas em redes sociais sugere que o eleitor prioriza a manutenção básica e a conclusão de obras essenciais sobre a inauguração de novos projetos viários.
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Apesar de completar um ano, o sistema SOU ainda acumula reclamações dos usuários, evidenciando falhas na mobilidade urbana local.
Sim, há registros de obras na Zona Norte que garantem um novo acesso para Mogi Guaçu, visando a melhoria do fluxo de veículos.