O clima em relação à segurança pública em Campo Mourão apresenta-se atualmente com um score de 65/100 e sentimento predominantemente negativo. Embora existam investimentos estruturais em curso, a percepção do eleitorado local é fortemente impactada por eventos críticos de criminalidade organizada. O debate público é dominado por uma sensação de vulnerabilidade, onde a notícia de prisões em massa, embora represente a eficiência do Estado, paradoxalmente reforça a percepção de que o município é palco de atividades de organizações criminosas. O engajamento nas redes sociais e a repercussão de dossiês sobre a criminalidade local indicam que a segurança é um tema prioritário e sensível, onde a população demanda não apenas repressão, mas a garantia de que o controle territorial não esteja nas mãos de grupos ilícitos.
O cenário de segurança em Campo Mourão é marcado por um contraste entre a modernização da infraestrutura e a persistência do crime organizado. De um lado, o governo estadual anunciou investimentos de R$ 6,7 milhões para novas estruturas, visando aprimorar o aparato de segurança. Por outro lado, a atuação da Polícia Civil do Paraná (PCPR) tem sido intensa, com destaque para a operação que resultou na prisão de 10 membros de uma organização criminosa envolvida no tráfico de drogas. A pauta local é alimentada por notícias sobre o déficit de policiais militares em nível estadual e a gestão da Cadeia Pública de Campo Mourão, evidenciando que a discussão transita entre a necessidade de mais efetivo nas ruas e a eficácia do sistema prisional local.
A análise dos pontos quentes revela que o engajamento do público é maior em conteúdos que expõem a estrutura do crime organizado, como dossiês e notícias de prisões, sugerindo que a população está atenta a 'quem é quem' na criminalidade local. O sentimento negativo é ancorado na recorrência de termos como 'homicídios' e 'tráfico de drogas', que geram maior repercussão do que os anúncios de investimentos em obras. A eficácia da PCPR é reconhecida, mas a natureza das prisões (organizações criminosas) alimenta o medo coletivo. Há uma clara demanda por maior presença ostensiva, corroborada pela discussão regional sobre a escassez de policiais militares, transformando a segurança em um termômetro crítico de insatisfação popular.
Paranaguá registrou a maior taxa de homicídios do Paraná e aparece entre os municípios mais violentos do Brasil. Cidades da Região Metropolitana de Curitiba também apresentam índices acima da média e
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou operações recentes que resultaram na prisão de 10 integrantes de uma organização criminosa focada no tráfico de drogas.
Sim, há a previsão de investimentos na ordem de R$ 6,7 milhões para a implementação de novas estruturas de segurança em Campo Mourão.
O debate local reflete uma preocupação regional, onde se discute que poucos estados brasileiros possuem o número ideal de policiais militares, impactando a sensação de segurança.
A cidade conta com a Cadeia Pública de Campo Mourão (CPCAMP I), gerida pela Polícia Penal do Paraná.